O JornalEmpregos.com agradece a sua visita e recomenda adicionar este site aos favoritos.
A informação apresentada neste site é actualizada diariamente. Se está à procura de emprego, este site poderá ser um bom ponto de partida para ir ao encontro do mesmo.
Nos tempos que correm conseguir um trabalho não é tarefa fácil, mas como diz o outro, a «necessidade aguça o engenho» e foi isso mesmo que fez o jovem americano Alec Brownstein, que usou o Google e o serviço Adwords para tentar a sua sorte…
Resumidamente, o que o Alec fez foi criar cinco diferentes anúncios de palavras-chave no Ad-Words, colocando o nome de cinco executivos de Nova York para que, quando estes procurassem pelo seu nome, o que aliás se pôs de moda, no motor de busca o seu anúncio saísse directamente na frente. O resultado não poderia ser melhor pois conseguiu quatro entrevistas, duas ofertas de trabalho e, finalmente, um TRABALHO! até nos fez um vídeo…
És de Lisboa e procuras empregos em Lisboa então talvez seja melhor colocar de lado a hipótese de encontrares através de métodos já passados como o jornal.
O jornal em tempos podia ser uma boa fonte de anúncios de emprego, mas nos dias que correm está a ficar cada vez mais para trás em relação as novas tecnologias. Para além de ter custos associados, o jornal obriga-nos a perder tempo na compra, perder tempo na procura e ainda perder tempo e dinheiro numa possível resposta ao anúncio.
Através de sites de anúncios de emprego online é possível encontrar centenas de anúncios novos todos dias organizados por categorias e até por zonas do pais o que torna a procura muito mais facilitada e rápida.
E a rapidez na resposta de um anúncio pode ser um pormenor chave para conseguir a tão esperada oportunidade que procuramos. Por isso usa as novas tecnologias a teu favor na pesquisa de emprego.
Hoje foi anunciada mais uma medida para combater o desemprego. Segundo o diário económico:
"Desempregados sem subsídio vão ter direito a estágios pagos"
Esta medida destina-se a apoiar os desempregados com mais de 35 anos, que não estejam a receber subsídios, e as empresas que supostamente contratem o estagiário no final do período.
As entidades com fins lucrativos serão apoiadas com 60% da remuneração (chamada bolsa de formação) por cada estagiário, enquanto as entidades sem fins lucrativos receberão 75%.
Para além deste apoio significativo, as entidades que contratem sem termo os estagiários receberão 2500 euros por "cabeça" mais a isenção de contribuições para a segurança social durante dois anos, ou poderão optar pela isenção durante três anos.
Esta medida trará (verdadeiro) impacto ao mercado de trabalho?